Ela existe por alcance. As horas de um mentor são fixas, e o formato em grupo é o único jeito de uma dessas horas atender oito pessoas em vez de uma. Ele também acrescenta algo que o um-para-um não tem: os participantes aprendem com as perguntas uns dos outros, e a comparação dentro da turma torna o progresso legível de um jeito que um trabalho isolado não torna.
O custo é administração. Vagas, listas de espera, desistências, materiais compartilhados, quem foi a qual sessão e quem está atrasado — tudo isso é controle que cresce com o grupo, e nada disso é mentoria.
Formatos em turma são comuns em programas patrocinados e financiados por empresas, em que o financiador está comprando alcance por unidade de orçamento. Isso faz do acompanhamento individual uma exigência de prestação de contas, e não um detalhe.
Mentor10
O Mentor10 conduz turmas nos mesmos trilhos do trabalho um-para-um — gestão de vagas e listas de espera, currículo e pauta compartilhados, sessões em grupo, notas privadas e relatório de progresso por participante.