Anotação solta é o padrão, e falha de forma previsível. É escrita para quem escreveu, em abreviações que envelhecem, e mora onde aquele mentor guarda as coisas. Seis meses depois, ninguém consegue buscar nela — nem o autor.
A estrutura é o que torna um registro utilizável por um segundo leitor: o mentorado, uma organização patrocinadora ou o próprio mentor daqui a um ano. Quando toda sessão produz os mesmos campos, um ano de trabalho vira algo que se lê em sequência, e não uma pasta que precisa ser reconstruída.
O teste é simples: alguém que não estava na sessão consegue dizer o que foi decidido e o que acontece a seguir? Se a resposta exige o mentor presente para interpretar, aquilo é anotação, não registro.
Mentor10
Toda sessão no Mentor10 se encerra com a mesma estrutura — pauta, decisões, ações, próximos passos — compartilhada com o mentorado conforme é escrita. Os registros são criptografados em trânsito e em repouso, restritos a quem está no engajamento e exportáveis por completo.